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Nos últimos dias, 15 e 16/05, o Liniers, desenhista/cartunista/não sou boa com essas nomenclaturas argentino que dispensa APRESENTAÇÃS, esteve em Porto Alegre. Até onde sei era a primeira vez do cara aqui  (FOI COM ALGUÉM ESPECIAL ). Falou em duas palestras/conversas/hoje tá difícil dentro da programação da Festipoa Literária. Fui na do dia 15, mediada pelo também desenhista/cartunista Fábio Zimbres, em um final de tarde terrivelmente chuvoso e frio, o que justificou a quantidade menor de pessoas (porque os porto-alegrenses tem  medo de intempéries) do que o esperado. Ainda assim não foram poucas, MESMO. Foi uma conversa bem breve, ele falou um pouco da trajetória, de como trabalhar como quadrinista não foi fácil até conseguir conquistar seu espaço. ;’ ) Esse tipo de história não é tão incomum no meio (vim vi – trabalhei pra caraleo e dei muito com a cara no chão – venci), mas a simpatia e o humor “infantil”/”ingênuo”/graciiiinha é que são inspiradores. Difícil ouvir a figura falar e não pensar MEU-DEUS-QUERO-DESENHAR-AGORA-PRA-JÁ-QUE-AFUDÊ. E eu, sempre pendendo de um lado pro outro, querendo e me segurando pra voltar a desenhar (não, não tá bom) senti o EMPURRÃOZINHO, vide esses ANDOSKETCHES. Vamos ver se daqui pra frente eu me inspiro  um pouco mais (TRABALHO ESSAS CANETAS UM POUCO MAIS, de preferência)… SOON.

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(mentaliza os som das andorineas se espandindo)

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opressão às andorineas malfeitas

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NO MERCY

Outra coisa engraçada foi na hora dos autógrafos. Depois de esperar mil horas (e fazer o sacrifício da abstinência do salmãozinho – TOMA ESSA PROVA DE AMOR, LINIERS), peguei meus dois autógrafos nos Macanudos que tenho (#1 e #3), só que…

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ISADORA

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I-S-A-D-O-R-A

Óbvio que foi mangolice minha, mesmo acostumada há 24 anos de IZADORA COM Z, IZADORA COM Z, acabei nem corrigindo o cara. É que cheguei ali, na frente dele, sorrindo meio de nervoso (porque é a única coisa que você, pessoa mangolona e tímida, consegue fazer na frente de alguém que admira) e só disse meu nome e fiquei MAS TÁ TÃO LINDO, SE QUISSESSE EU PODERIA SER ISIDOR (como um tio meu me chama até hoje. True story).

Aliás, essa não é a primeira vez que meu nome passa por METAMORFOSES AUTOGRAFAIS:

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DE BROKEN SOCIAL SCENE PARA ISABELLE, aka EU (forever grata a Paulel)

A grande QUESTÃ é: QUAL SERÁ MEU PRÓXIMO NOME? (What’s my name again) (My name is what, my name is WHO, my name is*WACKA WACKA* Izzzzzzzzzza)

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